Morri Na Forca!
 

Safira.

 

Sou reflexo do que não mostrou,

Das mais rudes letras de amor,

Que descansa no lixo,

Um capricho que a terra sugou,

E vomita sua alam por feitiço,

Que o tempo apagou...

 

E apaga,

Seu nome em paredes que picho,

Com toca e armas roubadas,

E apontadas para onde trincho,

Sem Trincheiras,

Com reis de cartas marcadas,

Caveiras e peles suadas,

- ossos mássicos -

Você me encontrou...

 

Vazio,

Em um copo de vinho,

Um corpo rezando baixinho,

Por quem me feriu,

O frio não me deixa sozinho,

O medo comigo se uniu,

E cegou meu caminho...

 

Inferna-se,

Com sedutores de serpente,

Mais atraente do que eterno,

Desate-se de minha mente,

Sou mais ausente do que eterno,

Deixe-me alimentar o inverno,

De tanta gente....

 

Morri Na Forca.

Parab~ens aos tolos.

 



Escrito por Morri na Forca... às 12h20
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