Morri Na Forca!
  à providencia...

À Providência.

 

Meus olhos param nas paredes,

Em - cantos de poeira e madeira,

Estou escondido atrás de portas...

 

- Meu pai,

Eu (escrevo) as linhas tortas,

Me (escravo) em vinhas mortas...

E vou envolto em voltas...

 

Um coração?

Uma medalha, uma cicatriz?

O que levas no peito e na mão?

As trevas? A escuridão?

As maçãs de todas as Evas?

Os loucos e os sãos?

 

Tenho em mim,

O amor simbólico,

- Um teor Alcoólico. -

Linhas do fluxo calórico;

Amor de dêmos e Serafins...

 

Anjo do mal mais soberano,

Deus que é luz infinitamente,

Ouçam-me,

...eu falo por muita gente...

 

Negros e brancos em teclas de piano,

Negros e brancos nas bandeiras,

No engano, nas trincheiras,

São negros e brancos...

Sorrisos e prantos,

Desgraçados e santos!

Trapos, mantos,

Centros e cantos,

Nós, e outros tantos...

 

Não somos negros, não somos brancos...



Escrito por Morri na Forca... às 11h54
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Para-

          nóias.

Eu ainda me lembro de não querer sua vontade  ao desejar o desejo da certeza, que declara até ao Rei, o fim.

 

Talvez eu não queira ser importante, talvez eu não queira a insignificancia que é, Ser Importante, como não ser igual aos iguais.

 

Bendito seja a praga que me impediu de bendizer o meu o meu próprio âmago, a maldição.

 

 

(Onde estão as certezas que eu dizia? não sei, os fantasmas querem de volta seus pecados...)

 



Escrito por Morri na Forca... às 19h38
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  Prisma Negro.

Prisma Negro...

Ofereço esse ouro pobre,

Que está entre sombras e sobras,

Entre cobras e escombros,

De duas obras...

 

Assim é o bem e o mal,

Assim são ondas e dobras,

-  Quando estão quietas...

Como flores cinzas de um tribunal,

A radiação de moléculas e um raio beta...

Alma e corpo num só canal.

 

Esperamos um sinal,

Uma voz, uma luz,

Um sino de natal,

Outra cruz,

Até o final...

 

 

(onde foram os amigos, que nunca estiveram aqui?)



Escrito por Morri na Forca... às 13h20
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.

O medo não dorme,

não amanhece,

nem tem pressa,

não tem medo...

 

Em minha que-

                       da.

 

não tem  anjos,

demônios,

amigos...

]

E ainda que eu morresse agora,

só agora eu viveria,

se vivessem no que vivo,

 morreriam no que procuram,

e me encontrariam...

 

(os homens foram feitoas de barro, significa que foram moldados com carinho, e com muito cuidado, o que não pode ser feito com o ferro... eu sou feito do metal, onde ~´o poderia ser moldado no fogo, com golpese suor...)



Escrito por Morri na Forca... às 18h27
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