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O Ritual Nuclear.
Entrei no paralelo nuclear,
Contar os átomos da fissão,
Durmo no nucléolo molecular,
Para construir a desintegração Celular,
E ver que nada era ficção,
C-12 nos faz queimar.
(ridículo!)
Eu moro na fumaça,
Eu devoro a fobia,
Eu mudo de raça,
Da noite pro dia,
Alguém viu a devassa?
E a constante alegria?
A luz ainda passa na vidraça,
Posso ver a “Cadeia Carbônica”
Em pneus e plantas na praça,
Movidos pela massa atômica,
Apesar da irônica grassa,
Me passa a vontade de Negar a eletrônica!
(Voltar a Origem)
sem ameaça...
– sou uma Fábula –
No inferno dos Doze Lamentos...
Julgo com os doze da Tabula
Seus sofrimentos...”
Escrito por Morri na Forca... às 23h24
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